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Pensamento do dia:

O último esforço da razão é reconhecer que existe uma infinidade de coisas que a ultrapassam.

Blaise Pascal

Costumes adquiridos…

Arquivado em Contos | 1.852 visitas | Tags: , ,

Em um mosteiro, os monges haviam adotado um gato, porém o tal gato logo tornou-se um problema, pois cada vez que os monges entravam para o salão de meditação, ele começava a miar bem alto, pedindo um pouco de atenção. Após muitos pedidos e argumentações em favor do bichano, o superior do templo ordenou que o gato fosse amordaçado nos horários de meditação, caso contrário ele não poderia ficar. E assim a paz voltou a reinar naquele monastério.

Os anos se passaram e o gato morreu de velho. E logo, os monges adotaram um novo bichinho e já o submeteram ao velho costume de amordaçá-lo, para não ter problemas com o superior do templo. E o tempo foi passando… muitos gatos depois, muitas décadas depois, se verificou algo curioso. Dos monges que estavam lá no início da história, já não havia nenhum. Nem mesmo o superior do templo era o mesmo. Porém, o costume se preservava idêntico: o gato era amordaçado cada vez que eles entravam em meditação. O motivo? Buda havia ensinado que, para uma meditação eficiente, era necessário ter um gato, porém amordaçado…

 

Adaptação: Roger Alves

Fonte: conto zen.

 

Comentários

  1. rs

    Essa historia é muito boa…

    Elomarioano em 31 de janeiro de 2011 às 9:28 am

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